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Perguntas Frequentes
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Os critérios geralmente incluem um índice de massa corporal (IMC) acima de 40 ou acima de 35 com comorbidades associadas, como diabetes tipo 2 ou hipertensão. Também é necessário que o paciente tenha tentado outros métodos de perda de peso sem sucesso. Laudo que indica risco de vida prescrito por um médico, também é válido para a solicitação.
O paciente deve procurar um advogado especializado em saúde para avaliar a negativa e possivelmente entrar com uma ação judicial. É importante ter toda a documentação médica e a justificativa da negativa em mãos.
O médico deve prescrever o medicamento, justificando a necessidade clínica. Com a prescrição e a justificativa, o paciente deve solicitar a cobertura ao plano de saúde. Se negado, pode-se recorrer judicialmente.
É aconselhável buscar um advogado especializado para contestar a negativa. Muitas vezes, é possível obter uma decisão judicial favorável, obrigando o plano a fornecer o medicamento.
Terapias como ABA (Análise do Comportamento Aplicada), fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicoterapia são frequentemente cobertas, desde que prescritas por um médico.
Procurar um advogado especializado para analisar a negativa e, se necessário, entrar com uma ação judicial para garantir o acesso às terapias necessárias.
Uma cirurgia de urgência é aquela que precisa ser realizada imediatamente para salvar a vida do paciente ou evitar danos graves à saúde.
Entrar em contato com um advogado imediatamente. Em muitos casos, é possível conseguir uma liminar judicial que obrigue o plano a autorizar a cirurgia de emergência.
O paciente tem direito à cobertura de tratamentos prescritos, incluindo quimioterapia, radioterapia e medicamentos associados, conforme regulamentação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Buscar um advogado especializado em saúde para avaliar a negativa e possivelmente entrar com uma ação judicial para garantir o tratamento necessário.
É importante comparar o reajuste com os índices estabelecidos pela ANS e verificar se o percentual aplicado está acima do permitido. Além disso, analisar o contrato e as condições de reajuste.
Procurar um advogado para contestar o reajuste. É possível entrar com uma ação judicial para suspender o aumento abusivo e exigir a devolução dos valores pagos a mais.
Superfaturação na coparticipação ocorre quando o plano de saúde cobra valores excessivos e não justificados pelos procedimentos realizados, excedendo os limites contratuais.
Reunir todas as faturas e recibos, e consultar um advogado para analisar as cobranças. Se comprovada a irregularidade, pode-se entrar com uma ação judicial para reembolso dos valores pagos indevidamente.